quinta-feira, 14 de março de 2013

Questionar é importante



Quando você ouve um médico na TV falando algo sobre alimentação saudável (só um exemplo) você já vai aceitando tudo o que ele fala? O médico da TV nunca te viu, nunca viu ou ouviu falar de tua rotina no trabalho, em casa e nos finais de semana. Não seria bom questionar, a você mesmo, se isso se aplica a você?
Usar as expressões “mas”, “e se”, “porque”, “como”, “onde”, “quando”, “quem”, “qual”, “quê” e “será” não é sinal de que você está confuso (como pregam os gibis), é de que você quer melhores explicações.
Falo isso porque as pessoas estão aceitando muito facilmente tudo o que é falado na mídia atualmente. Mas atenção, questionar não é uma questão de não acreditar no que está sendo falado, é uma questão saber se a informação se aplica à tua vida e ao que você sabe e, aí sim, saber se é confiável.
Sair acreditando em tudo o que falam deixa a pessoa alienada, e, se entra em qualquer debate, ela acaba ficando sem argumentos para defender a própria opinião.
Mas, como questionar? Quando você ouve ou lê uma informação de um profissional, jornalista, político, PHD ou até de uma pessoa que está conversando com você (se a conversa for importante, lógico), raciocine se essa informação bate de frente com o que você vive ou com o que você vê.
No caso do médico da TV, no começo deste texto, suponhamos que ele tenha falado que se você comer pizza uma vez por semana, você vai ficar obeso.
Aí você pode pensar: Mas (olha só um termo) eu vejo pessoas que fazem isso e não estão obesas. Será (mais um) que é só comer a pizza que deixa a pessoa obesa?
Compare com outras opiniões, outras informações. Você pode ir a um médico para perguntar se isso se aplica a você.
Algumas perguntas boas pra fazer:
“E se a situação apertasse, o que ele faria”?
“Se ele vivesse hoje, ele diria isso ou continuaria defendendo essa ideia”?
“Por que ele defende essa ideia”?
“Será que isso se aplica à minha vida”?
Não tenha vergonha de fazer perguntas, isso não te torna estúpido. Se a pessoa não te responder, ela é que está sendo estúpida.

O crivo (?) da imprensa




Em 1983 o atual diretor de redação da revista Veja, Eurípedes Alcântara, era repórter de ciência e tecnologia da revista que hoje dirige. Coube a ele redigir uma das maiores barrigas da história da imprensa brasileira: o boimate, um cruzamento de um boi com tomate realizado na Universidade de Hamburgo sob supervisão do Dr. McDonald. Tratava-se de um trote de 1º de abril da revista New Science que Veja acabou por comprar. O boimate foi motivo de vergonha para a revista durante muitos anos - e em partes até hoje.

Agora a pouco o jornal O Estado de S. Paulo acabou de soltar uma correção sobre notícia divulgada ontem: a de que a Ucrânia estaria sendo vítima de ataques de "golfinhos assassinos" treinados pelas forças especiais do país. Segundo o próprio jornal, tratava-se de uma barriga da agência que repercutiu a notícia baseada em boatos que circularam na imprensa ucraniana.

Considerando o nível, a credibilidade e o tamanho dos jornais brasileiros, porque notícias toscas e inverossímeis como esta dos golfinhos acabam nas páginas dos nossos noticiários? Será que os eficientes filtros técnicos dos nossos jornais são incapazes de comprovar a falsidade de uma notícia como esta?

Tenho hipóteses apenas, a resposta está com os profissionais e seus patrões.

Bloated




Uma coisa que me incomodou muito na minha "pesquisa de campo" antes do lançamento deste blog foi o que fizeram alguns blogs que estão hipoteticamente no mesmo segmento que este. A maioria dos blogueiros se mete a falar o que não sabe e acaba por falar asneiras sem sentido mas com um linguajar de pseudopoeta que disfarça muito bem o raso nível literário. Por vezes, alguns conselhos, um pouco de pseudofilosofia, citações longas, etc.

Temo que neste blog se usem artifícios semelhantes. Os outros autores não sabem como eu desprezo pretensões intelectuais forjadas. Lembro sempre do Pedro Bial apresentando o BBB ou dublando o vídeo do Filtro Solar. Matéria-prima de humoristas como Marcelo Adnet.


O público, confuso, de certa forma tenta corresponder ao papel intelectual pretendido por seu interlocutor. Finge que aplaude e que o sujeito do outro lado é mais inteligente do que ele. Na cabeça das pessoas passa o óbvio: "O que raios quer dizer isso que ele disse?" A resposta é: nada. Nos blogs acontece a mesma coisa: vira e mexe alguém posta uma coisa pseudointelectual pra passar a impressão de que entende alguma coisa da história da filosofia, da cultura, da literatura, da vida ou qualquer outra coisa que faça sucesso nos botequins da vida. Do outro lado, um internauta finge que leu uma obra-prima. E compartilha pros amigos como se isso trouxesse o mesmo efeito que o autor do texto causou. E assim temos um círculo vicioso de ignorância pretensamente intelectual.

O NY Times chama este tipo de escrita de bloated (gordurosa). Por parte deste blog nada parecido foi ao ar até o momento. Que assim seja.

E nunca deixem de usar o filtro solar!

Um texto que escrevi há tempos, sinto como por obrigação espalhar tais palavras ao máximo possível.




E eis aqui mais um pouco do nosso;

"Quem você fez sorrir hoje?

Buscar as palavras para dizer quão bom é este sentimento... Ah! Não é tarefa fácil, mas venho aqui dentre este breve espaço compartilhar com vocês uma missão que, apesar deu ouvir sempre eu sinto que ainda tenho muito o que aprender sobre: Amar ao próximo. "Como amar ao próximo?" vivemos em um mundo decadente, hipócrita... Não perdão! O mundo não é assim, ele é apenas o
mundo, a vida não é assim, ela é apenas a vida. O mundo é o espaço que foi nos concedido para pautar nosso caminho, e a vida a chance para fazer isso. Então continuemos... Os seres humanos são hipócritas, cada vez mais modistas, a cada dia... Mais e mais ambiciosos. Muitos pais perdem o crescimento o desenvolvimento dos seus filhos de uma forma nojenta, abandonam isso por dinheiro, por ter que "trabalhar e trabalhar" pois sem o dinheiro em casa, não vai ter um carro do ano, não vai ter a roupa da moda, não vai ter um luxo com classe. Pera ai, mas têm refeição na mesa, tem onde dormir, tem onde serem felizes... Mas não querem, o modismo pôs na cabeça da maioria das pessoas que elas devem trabalhar muito, devem ter tudo atualizado(carro do ano, casa na moda, roupa de marca) e isso tomou o espaço do dia-a-dia natural, o espaço "amor" do peito[apodreceram nossos corações]... Os seres humanos não perceberam, mas estão submetidos a escravidão trabalhista, não mais trabalham pra viver, vivem pra trabalhar.
E eu me questiono agora: como faço para não ser "mais um"?

O ensinamento do meu Pai (o cara que, apesar de não demonstrar tanto a ele, é o que mais admiro neste mundo) Sempre me disse: Faz o bem não olhais a quem.
Palavras que quero levar comigo até o dia da minha morte, mas antes quero ensina-las aos meus filhos, amigos, vizinhos, colegas... Eu quero, mas não sei.
Agir talvez é uma ótima opção, amar é a solução.
Amar ao próximo, isso é tão bom, gratificante... Embora eu não saiba muito a respeito [tento]. O meu dia fica mais alegre de fato, quando tenho executado a tarefa de pôr no meu próximo um sorriso... De ter para um amigo uma mão disponível, para o vizinho um bom dia nos lábios. São coisas pequenas que fazem a diferença não só no dia-a-dia, mas em toda uma eternidade. As pessoas sempre estão em busca da verdade sobre (como ser eterno?), Bem, eu não sei exatamente qual a eternidade que procuram, mas posso afirmar que eis aqui a vida como chance para fazer-nos eternos, eternizarmos nos atos, na compaixão, no amor. Esta sim é a maior virtude que qualquer pessoa pode deixar na terra, ela atravessará gerações.

Ouço palavras e leio frases que dizem: "Impossível ser feliz agradando a todos."

Será?
Tente...
Provoque um sorriso no rosto de alguém, assim você vai sentir o quão mais gostoso ficará o seu, após isso.

Fica aí uma passagem do Livro que mais admiro: "Não retribuam a ninguém mal por mal... Façam todo o possível para viver em paz com todos."

                                    Romanos 12:17,18"

quarta-feira, 13 de março de 2013

segunda-feira, 11 de março de 2013

Processo mutável... Nós somos uma verdadeira metamorfose.


                                             



Acabei de assistir uma lagarta saindo em forma de borboleta do casulo
Eu tenho as borboletas como as mais honestas provas da vida. Nos comparo a elas.
Sabe,  nós somos lagartos, temos vida e com pernas podemos caminhar por mais  tempo.
Quando chegamos a conhecer um pouco do mundo, queremos asas, queremos voar, sermos livres...
E essa liberdade é a forma mais gostosa de ver a vida. Só que!
Como em qualquer outras instâncias, há suas consequências.
As borboletas tem em média de quinze a vinte dias de vida...
Algumas, raras chegam a ter mais de dois meses.

E foi essa lição mais importante que tive no dia de hoje...
Eu sempre observei as borboletas, sempre achei delicioso a forma com que elas  apreciam as coisas, você já viu?

Elas rodeiam tudo o que é do meio natural, pra lá, pra cá... Fazendo profundo cada movimento, cada voo...
Parece que sabem que logo menos vão morrer.

Quando a borboleta alcança sua total liberdade [ asas ]
Ela tem muito pouco tempo de vida
E assim somos nós, quando somos livres de mais, nos tornamos dependentes da liberdade.
Ser livre de mais é poder ter tudo sempre, é querer ter tudo sempre.
E nem sempre podemos, nem sempre devemos
Nem sempre...
Somos iguais as borboletas.
Existe uma frase que não lembro de quem é mas ela diz assim: "A pior prisão é estar  preso a liberdade."
Ao excesso de liberdade. E Isso pra mim, é muito significativo;
Pois desejei ser mais livre, cada vez mais, a cada dia mais... A cada passo mais. Der repente, sinto que entrei em uma prisão, das mais dolorosas. Aquela que não te permite dizer  ''não.'' E as coisas não são assim, todos nós temos limites. Tais quais que determinam o 'ser' e não o 'estar sendo'.
Cuidado com os voos, meus caros.

Até quando?


Até quando o ser humano irá entender que nascemos para crescer, sermos felizes e prosperar sempre? Graças a um acidente tosco na Avenida Paulista, um ciclista teve seu braço amputado...O motivo? Simples, mais uma vez a bebida e a direção. Quem atropelou o ciclista ainda teve a audácia de fugir e não prestar o minimo possível, que seria uma ajuda.

É lamentável como isso acontece, acontece e acontece novamente e as pessoas não aprendem, é lamentável como um simples lazer que é andar de bicicleta não pode acontecer, porque tem a probabilidade de um acidente como esse acontecer, graças a pessoas que não sabem distinguir um carro de um brinquedo, de álcool com água. 

Precisamos de uma forte mudança cultural, onde a bebida seja vista como prazer e não loucura, onde seja algo para relaxar e aproveitar um momento e não fazer com que pessoas percam os seus momentos. Quem bebe ao ponto de ficar bêbado e pensa em dirigir é alguém que não tem amor a vida, tampouco amor ao próximo e isso fica claro nesse acidente, onde o ciclista perde seu momento e seu braço - pelo menos não perdeu a vida - e fica a pergunta, será que a justiça será feita? Até onde sangue e mais sangue será derramado simplesmente porque as pessoas não respeitam a si e os demais...

Espero que medidas sejam tomadas e o mundo de ilusões - o alcoolismo - desapareça, afinal o único mundo que importa é o mundo real, é o altruísmo e nada menos do que isso.

Bicicleta ficou destruída por conta do acidente / Nelson Antoine/Fotoarena/Folhapress